The End.

Gente, hoje eu venho aqui para fazer um importante comunicado. Vocês devem ter percebido que com o passar do tempo os posts do Indeterminado tem aparecido com cada vez menos frequência. Isso não está acontecendo por acaso, já que ultimamente está acontecendo muita coisa em minha vida e a outra dona do blog precisou se afastar por motivos pessoais.
Esta é um decisão muito difícil de ser tomada, mas que já vem sendo pensada e repensada há meses, finalmente chegando a conclusão de que é impossível continuar mantendo o blog. Não agora.
Por diversos motivos, muitos deles que fugiram do meu controle, eu venho aqui dizer para vocês que o Indeterminado está fechado até a segunda ordem.
Eu gostaria de agradecer a todos que nos acompanharam durante esses quatro anos e de me desculpar com a aqueles que levaram o fato para o lado pessoal. Não era isso que eu queria, juro, nunca foi minha intenção magoar ninguém. Mas não há como manter algo que não se encaixa em minha vida no momento.
E parece fácil dizer: “Ah, então passa ele para alguém”, mas não é algo tão simples. O Indeterminado fez parte da minha vida durante muito tempo, me acolheu quando eu mais precisava, não é como se eu pudesse deixá-lo em outras mãos. Pode ser egoísmo, mas é assim.
Por enquanto, a página no WordPress não será deletada, para que ninguém perca o que escreveu e, caso um dia eu resolva tirá-la do ar, avisarei as pessoas que precisam saber.
A nossa página no Facebook continuará aberta para aqueles que quiserem nos acompanhar, seja lá qual for o rumo que nossas vidas tomarem neste momento.
Gostaria de agradecer também a Audrey Sousa, Malu Nery, Rafaela Monteiro, Helenna Hexe (haha), Moira Prates e, é claro, Leila Magalhães. Cada uma de vocês fez história no Indeterminado à sua maneira (mesmo quando era só para ver o circo pegando fogo hahahaha – só uma pessoa vai entender, então nem tentem). A página do facebook continuará aberta a todas vocês (sim, Audrey, a você também ♥), podem postar aqui quando quiserem e o que quiserem.
Amo vocês e desculpa qualquer coisa.
Com carinho,
– Lilah Prates, 11/08/2014

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[DICA] Liga HQ – Loja Virtual

Como não saio muito, estou sempre procurando lojas e mais lojas com os mais variados produtos no mundo virtual. E uma das minhas prioridades mensais – apesar de ter comprado bem pouco ultimamente -, são, claro, os mangás.
Esse post é uma pequena dica para vocês que não possuem tempo para ir até uma banca de revistas (no meu caso é preguiça mesmo, porque tem uma na frente do meu prédio. Um beijo para minha falta de disposição para tudo nesta vida <3) ou livraria para comprar aquela HQ pela qual é louco, mas não está disposto pagar os fretes absurdos que muitas lojas na internet fazem o favor de cobrar.
A loja que quero apresentar a vocês é a Liga HQ.
Eu a encontre há quase um ano depois de muito procurar em diversos sites alguém que estivesse vendendo os mangás de Shaman King e Chrno Crusade. Não encontrei esses lá, pois não há muitos números antigos, mas como acompanho assiduamente alguns mangás da atualidade, não houve jeito de não continuar visitando a loja.
Mas por que comprar na Liga HQ? Ela não é igual a todos os outros sites de venda de quadrinhos que estão espalhadas pela internet? NÃO. Definitivamente não. A maior, e melhor, diferença que a citada loja possui das outras é O FRETE GRÁTIS. Exatamente, nenhum frete é cobrado para a entrega do produto. Eles cobram apenas uma pequena taxa referente a embalagem e manuseio de 1,30, que varia de acordo com a quantidade do produto (clique aqui e fique por dentro de tal variação).
Um outro ponto positivo do site é o acumulo de pontos em cada compra que você faz. Um ponto equivale a 0,10 centavos de desconto nos produtos da loja. Eu já cheguei a levar um mangá de graça para casa, pagando apenas a taxa de manuseio de 1,30.
O envio geralmente é feito por carta e o produto vem muito bem embalado. Além disso, existem duas formas de pagamento: cartão de crédito e boleto bancário!
Bom, é essa a dica hoje, espero que tenham gostado e que, assim como eu, virem clientes assíduos dessa loja que já entrou para minha pequena lista das mais queridas.
xoxo,
Lilah.

É desconhecido? Ecaa, não quero ver!

Há um tempo eu estava conversando com uma amiga e entramos em uma discussão sobre o que são filmes bons. Ela acreditava veemente que os considerados realmente bons eram aqueles conhecidos, aclamados pela crítica, que possuíam o peso do nome de atores famosos em seu elenco. Quais são eles? Os hollywoodianos, é claro.
Será mesmo que estes são os melhores?
Existem uma infinidade de filmes que são reconhecidos pela mídia, são aclamados pelo público, ganham milhões em suas estreias, mas definitivamente não acrescentam em nada ao legado cultural da humanidade. É tudo sempre a mesma coisa: Novas versões dos contos de fadas,  filmes de pré-adolescentes, de super herói ou enxurradas de adaptações de livros que procuram desesperadamente substituir Harry Potter.
Não estou tentando desmerecer os filmes de hollywood de forma alguma, até porque eu sou uma consumidora deles. Em meio a massa, existem muitos enredos bons que merecem ser contados, mesmo que neles sejam utilizados diversos clichês. O que estou tentando fazer é: tentar colocar na mente das pessoas que não só os filmes de Hollywood ou da Wanner, ou os livros americanos, desenhos animados estrangeiros que prestam.
Fala sério, quem nunca ouviu alguém dizer: “Ah, é brasileiro, então nem vou assistir, deve ser ruim”, ou, “não vou pagar para assistir um filme que ninguém conhece”. Digam-me pessoal, onde está a curiosidade e senso crítico de vocês? Primeiro: dizer que coisas brasileiras não prestam é desmerecer a capacidade criativa dos nossos cidadãos. É dizer que você, eu ou qualquer outra pessoa que viva no Brasil não tem capacidade de criar algo que seja digno de aplausos. E sim, nós somos capazes, muitos artistas estão aí para provar isso. Segundo: dizer que coisas desconhecidas são ruins é um tanto cruel. Só porque um filme ou um livro ou qualquer outro produto cultural não é conhecido ou aclamado pela mídia, que ele não possa transmitir algo bom. Às vezes o fato de muitas pessoas não curtirem esse tipo de coisa é a falta de verba dos criadores para investirem em um projeto, mas como eles vão conseguir verba se ninguém os consome? É necessário que se dê uma chance ao desconhecido, ao brasileiro, para que eles cresçam.
Não podemos ficar presos em uma bolha, consumindo apenas o que é considerado bom para uma mídia que tem a manipulação como seu esporte favorito. Temos que estar abertos à coisas novas, afinal, se nós possuíssemos impregnado em nossa mente que “o desconhecido não é bom”, ninguém realmente iria querer passar por diversos estágios da vida. Nós damos uma chance para experimentar coisas novas na vida, então por que não escapamos um pouco da formula dos blockbusters ou best-sellers e nos aventuramos naqueles livros e filmes considerados sem nome, sem fama, assim como nós, meros desconhecidos. Mas isso não quer dizer que somos ruins, quer?

A título de curiosidade:
A Garota da Capa Vermelha. Sem dúvida uma das grandes apostas (fracassadíssima) de Hollywood, principalmente com o sucesso de Once Upon A Time e outras adaptações de contos de fadas. Pecou em tudo. Pecou na direção, pecou nos diálogos, pecou na escolha das cenas, pecou na tentativa extremamente forçada de transformá-lo em um novo crepúsculo (um lobisomem que fala yay (?)), usando quase a mesma fórmula deste. Apesar de tudo, a história é muito boa e, acredito que se fosse feito da maneira correta, poderia ter sido realmente considerado algo bom. Mas, na minha opinião, o filme beira a falta de nexo.
Medo. Um filme conhecidíssimo na Coréia, o meu favorito do mundo todo! Possui um enredo tão brilhante e inteligente. Uma pena dizer que muitas das pessoas para quem comentei sobre ele, não quiseram assistir pelo simples fato de nunca terem ouvido falar, ou então: Ah, é coreano? Pfff, não vou assistir um filme coreano! Quem sabe não fazem um remake americano… (detalhe: sim, fizeram um remake: O Mistério das Duas Irmãs. E sim, é um bom filme, mas ele dá tudo mastigadinho para você, já o original é necessário que se assista mais de uma vez para que tudo fique compreendido). – Um dia farei um post só dele <3
Histórias de Amor Duram Apenas 90 minutos. Uma filme brasileiríssimo e uma comédia romântica completamente diferente de tudo que você já viu por aí. Não cai na mesmice dos filmes blockbusters que seguem o mesmo gênero e, cara, é muito, muito legal. O final nos deixa com aquele sentimento de “Nãaao, não termine agora, quero saber mais!!”. Realmente é um diferencial, sem falar nas atuações sensacionais <3 Talvez também escreva sobre ele em uma outra oportunidade.

O menino que carregava água na peneira

peneiraTenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.

A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e sair
correndo com ele para mostrar aos irmãos.

A mãe disse que era o mesmo que
catar espinhos na água
O mesmo que criar peixes no bolso.

O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio
do que do cheio.
Falava que os vazios são maiores
e até infinitos.

Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito
porque gostava de carregar água na peneira

Com o tempo descobriu que escrever seria
o mesmo que carregar água na peneira.

No escrever o menino viu
que era capaz de ser
noviça, monge ou mendigo
ao mesmo tempo.

O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.

Foi capaz de interromper o vôo de um pássaro
botando ponto final na frase.

Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.

O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor!
A mãe reparava o menino com ternura.

A mãe falou:
Meu filho, você vai ser poeta.
Você vai carregar água na peneira a vida toda.

Você vai encher os
vazios com as suas
peraltagens
e algumas pessoas
vão te amar por seus
despropósitos.

(Manoel de Barros)

Coloque este lindo poema aqui a pedido de Leila, “eu achei que o poema tem haver com a gente hahaha apesar de vc n ser poeta, ainda hahha”, falou a menina “bordada com rimas e melodia” (:
xoxo,
Lilah.

Agora é a vez do Kenshin!


Depois de Sakura Card Captors, é a vez de Samurai x, um dos primeiros mangás lançados pela editora JBC, retornar as bancas ainda este ano! Sim, eu sei que a notícia é “relativamente antiga”, mas fiquei tão, tão, tão animada quando vi que a editora confirmou o relaçamento do mangá não me contive, precisei realmente comentar sobre isso aqui no blog.
E mais novidade: O título do mangá contará com o seu nome original, Rurouni Kenshin!

Rurouni Kenshin foi lançado originalmente entre 1994 e 1999 na revista Shukan Shonen Jump. Encadernado em vinte e oito tankobons, a obra do autor Nobuhiro Watsuki fez muito sucesso no Japão, onde vendeu mais de quarenta e sete milhões de cópias. Adaptado para a TV, tornou-se o anime preferido de muitos fãs. Depois disso, o samurai com uma cicatriz em forma de cruz quebrou os limites do território japonês e conquistou muitos leitores no mundo todo.
No Brasil, a Editora JBC lançou o título em 2001 como Samurai X, nome pelo qual a série era conhecida na TV, e foi um dos mangás de maior sucesso de público e vendas do país, chegando ao seu final em 2003. Agora, nove anos depois, está de volta como Rurouni Kenshin e promete agradar tanto aos fãs antigos quanto àqueles que sempre ouviram falar e que lerão o mangá pela primeira vez!
Fonte
: http://www.editorajbc.com.br/

Eu ainda tenho um ou outro mangá da época que ele foi lançado entre 2001 e 2003, mas vou ficar muito, muito feliz se eu tiver a chance de comprar a nova edição do mangá… ainda não tive como comprar os de Sakura, então, … :/ Enfim, espero que esta novidade maravilhosa consiga trazer muitos momentos felizes aos novos otakus/otomes que ainda eram muito pequenos (as) para ler um mangá ou qualquer outra que seja na época em que Rurouni Kenshin foi publicado. (Eu mesmo era bem pequena hehe mas falo do pessoal de 14 anos para baixo). E quem nunca assistiu o anime, por favor, ASSISTA. Vale muito a pena, sério. Muito melhor do que muito anime novo que tem por aí. (:
Ah, e mais uma coisinha recentemente eu vi o trailer do novo filme baseado em Rurouni Kenshin. Você pode confirí-lo logo abaixo. *-*

xoxo, Lilah.

Nova Página: Depósito

É com muita ousadia – afinal, nem falei com Leila direito ainda sobre isso – que anuncio aqui no blog a nossa nova página: Depósito! Haha, sim, sim, foi eu que decidi o nome (na verdade, Leila já havia comentado comigo sobre ele, mas nunca chegou a manifestar que esse seria o nome da página..). Tem um quê de velharia, não é? Não? Ah, dane-se, eu acho, é o que importa!
Sim, eu acho para mim o nome “Depósito” soa como algo antigo, tipo aquelas lojas que só vende coisas velhas (?), sabem? Acho que é por isso que eu gosto tanto deste nome! Haha. Ou então é porque me lembra o sebo que eu comprei o meu exemplar de “Os Três Mosqueteiros” (que por acaso tinha um cheiro de coisa velha – livro velho, para ser mais exata – acho que eu sou a única pessoa que ama esse cheiro hehe)… Enfim, não importa a razão, o fato é: o nome da nova página vai ser “Depósito” e fim! (Leila, sinta-se livre para querer me matar :3).
Agora, vocês me perguntam: para que serve essa nova página? Serve como depósito, dãaa
Hehe, agora falando sério? Nós queríamos um cantinho para publicar alguns textos aleatórios.. então, lá vamos colocar algumas histórias, fanfics, poemas e o que mais “der na telha”!
Bom, pretendo sempre colocar aqui nos posts quando eu adicionar alguma coisa lá.. acredito que Leila fará a mesma coisa (:

Enfim, a página já foi inaugurada com uma das minha fanfics perdidas.Não é muita coisa. Na verdade, possui apenas 505 palavras, então não esperem algo grande hihi Mas eu realmente gostei de escrevê-la.. então, eu espero que gostem de lê-la.

Enquanto percorria as ruas de Toquio com tanto desespero, Raito Yagami parou, pela primeira vez para pensar em sua vida. Até aquele momento ele sempre pensou que estivera fazendo o certo. Ajudando a humanidade a construir um mundo melhor, sem maldade. Agora, esta ideia parecia um tanto destorcida. Agora, ele percebia quanto era fraco e cruel.

Fanfic de death note (anime) escrita em janeiro de 2011 por Lilah. Clique aqui e leia o resto!

xoxo, Lilah! :D

Pseudo-liberdade

Uma simples pergunta: Quando nos tornamos tão hipócritas?
Okay, vamos lá! Desde pequenos crescemos ouvindo que nascemos em um país livre, onde podemos nos expressar livremente, falarmos o que quisermos (com um certo limite que o bom-senso delimita, é claro!). Mas, óbvio, a verdade é bem diferente.
Muito diferente!
A verdade é que não temos liberdade para falarmos o que queremos coisíssima nenhuma! Aliás, a verdade é que temos que adequar nossas palavras e atos nos moldes de uma sociedade hipócrita que irá te colocar na margem caso você faça a simples menção de ser diferente.
Agora.. eu pergunto: O que é ser diferente?
Diferente é você falar palavrão sem se preocupar o que as pessoas vão pensar? Diferente é pintar o cabelo de uma cor ou usar uma roupa que não é utilizada com muita frequência? Diferente é você expor suas ideias e indignações?
O que é diferente, afinal?
E quem é alguém para julgar se algo é diferente só porque este não se comporta da mesma maneira que se está acostumado?
De que adianta o direito de “liberdade de expressão” se estamos fadados a sucumbir em uma verdadeira “psedo-liberdade”? Se estamos fadados a sucumbir em um mundo podre que ainda assim exclui as pessoas por elas não pensarem da mesma forma que a maioria?
Que mundo é esse, afinal?

       By: Lilah Prates

Ahahaha, oi meus amores! :D Fazia tempo que eu não passava por aqui, né? Bom, como minha amada Leiloca (também conhecida com Leila hehe, antiga Saname) falou ali embaixo: ESTAMOS DE VOLTA! AEEE! Batam palmas, palmas, palmas!
Okay, eu não sou tão louca assim normalmente.. isso é consequência do sal.. é sal.. eu comi uma bacia enorme de pipoca hoje e o sal faz coisas comigo ._. Tá, enfim..
Como a mamãe (Leila hehe) falou também, resolvemos assumir nossos verdadeiros nomes.. isso foi um dos resultados da reunião extraordinária! Eu falei algo bem assim para ela:

“eu penso meio que.. já passou dá época de se esconder..
Se a gente quer se expressar, porque não se expressar de forma verdadeira, mostrando quem somos realmente :D
mas eu sou bem hipócrita hehe
não sei se tenho coragem de fazer isso ^^”

Bom, no fim eu tive lalalal e mamãe também e isso me faz muito feliz. Quer dizer que estamos crescendo, certo? Bom, espero que sim.. é algo que eu preciso.. sabe, crescer.. Porque, caso contrário, não sei como vou sobreviver nesse mundo louco! x.x
É isso então, pessoal! Obrigada por lerem isso aqui, caso alguém leia hehe :D
Ah, mais uma coisa.. uma mensagem para Leila: HYOOOOOUKA!!!!! *O*
(P.S.: Eu te amo, mamãe *-* Já falei que uma amiga como você foi um achado u-u

Pelo Direito de Sonhar

Hey!
Muito prazer, Wendy Black! Desculpem-me por meu primeiro post ter sido tão depois do lançamento do blog. Eu passei metade deste tempo ocupada e a outra metade pensando no que postar. E, por favor, gostaria que me dessem um desconto. Faz séculos e mais séculos que não tenho um blog para chamar de meu, por isso, acho que estou um pouco enferrujada quando o assunto é escrever. Bom, o mais importante agora é que, finalmente, estou de volta a minha querida terapia. Sim, porque ter um blog, para mim, é uma terapia. E ultimamente é o que mais estou precisando. Os motivos para isso não importam. Até porque, não é sobre minha vida que vim falar aqui hoje e sim sobre sonhos.
Está bem, talvez isso acabe se misturando com minha vida também.
Há alguns dias eu estava lendo um texto de Rita Trevisan (Pelo direito de sonhar, se tiverem a chance leiam é lindo) e vi uma frase de Monteiro Lobato que me chamou bastante atenção:
“Loucura? Sonho? Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira – mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum”
Identifiquei-me imediatamente com essa frase. A sensação que tive na hora, foi que ela havia sida escrita especialmente para mim. Ela simplesmente descrevia meus sentimentos, revelava meus pensamentos.
Como todos, eu possuo sonhos e às vezes tenho receio de tentar torná-los realidade. Porque acho que não vou conseguir, porque acho que é algo impossível para mim, não sei bem. Por isso, sempre acabo fazendo o que as pessoas dizem para eu fazer, o que elas acham bom para mim.
O problema é que essas pessoas, lá na frente, não poderão escolher o rumo de minha vida por mim. E eu nem ao menos sei qual o rumo que ela tomará.
Desde pequena eu queria ser uma coisa, porque eu achava legal, porque eu tinha exemplos na familia, não importa. Mas hoje, mais de cinco anos depois, os meus gostos mudaram, os meus pensamentos mudaram… Não que eu não deseje mais ser aquilo, mas outras coisas se tornaram interessantes para mim, coisas que ofuscaram o primeiro sonho. Esse texto me abriu os olhos para uma coisa: eu tenho que ouvir o meu coração, apenas ele. Não posso me privar de correr atrás de meus sonhos apenas porque as pessoas dizem que fazer aquilo seria melhor para mim. Ainda estou indecisa, mas agora sei que a decisão é apenas minha e de mais ninguém. Agora sei que, assim como qualquer outro ser humano, eu tenho o direito de sonhar.

E você? Qual seu maior sonho? Comente dizendo! E acredite, seja ele qual for, nunca será impossível alcançá-lo. Desde uma roupa nova até acabar com a violência no mundo. Todos, ABSOLUTAMENTE TODOS, os sonhos são atingíveis. Basta você acreditar que tudo é possível neste mundo. Porque, a única verdade é que realmente é.

Por: Wendy Black